Fluxo de validações na sexta-feira alcança 246.109 passageiros na RMTC, considerando o Embarque Prioritário, uma queda de 52,8%, enquanto no período pré-pandemia foram contabilizados 521.963 usuários.
A Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC) registrava, no dia 9 de março de 2020, antes da pandemia de Covid-19, uma demanda de 521.963 usuários. Neste atual momento, com o Embarque Prioritário, num comparativo com a sexta-feira, 25 de junho de 2021, a demanda foi de 246.109 usuários, uma redução de 52,8% nas validações durante todo o dia, ou seja, menos 275.854 validações deixaram de ser feitas no sistema.

Seguindo a mesma base comparativa, antes da pandemia, o SIMA – Sistema Integrado Metropolitano Anhanguera tinha uma demanda de 180.076 validações no dia 09 de março de 2020. Na sexta-feira, 25, a queda foi de 49,7% nas validações no sistema. Foram 89.577 validações a menos.

Em Goiânia, onde houveram 217.211 validações no transporte público antes da pandemia, recebeu volume 56,9% menor de validações no dia – o que equivale a menos 123.515 validações.

E Aparecida de Goiânia, que recebia 124.676 validações no sistema no dia 09 de março de 2020, registrou volume 50,3% menor também na última sexta-feira, ou seja, 62.672 menos validações.

Comparativo entre dia com embarque prioritário e sem a priorização em horário de pico
Em um novo comparativo entre a demanda diária antes do Embarque Prioritário na RMTC, no dia 10 de fevereiro de 2021 com a última sexta-feira, 25 de junho de 2021, após a implantação do Embarque Prioritário, o sistema registra redução de 10,7% ou 29.615 menos validações.
O SIMA teve uma queda de 10,2% no número de validações, ou menos 10.252.
Em Goiânia, com o sistema operando na última sexta-feira com o Embarque Prioritário, comparando com o dia 10 de fevereiro de 2021, o recuo na demanda foi de 11,3% ou 11.899 menos validações.
Aparecida registra uma redução de 10,8%, ou menos 7.464 validações/dia.